Inebriante os olhos escorrem tudo a ser dito, as vozes percorrem a madrugada enfraquecendo as certezas que pairam no bem vir das luzes. Meu amor corra de olhos fechados. Esfumaçado continua as dores em cada canto embriagado. Estou cansado do sangue com gosto de água pura que geme com seus sorrisos ao espelho. A culpa guarda segredos que não são meus, imagino o que não existe, o céu compõe cores que me arrastam daqui. Lugares mais sensíveis ao significado estar vivo. Vejo meu corpo em pedaços, não criei esta imagem. Desconfiguram nossos corpos para que só toquemos vãos quando cada mão própria tenta percorrer o corpo que pulsa, a impressão da insegurança não é externa a pele. O sangue se apaga por falsas melodias bem vindas com a próxima companhia. O controle se veste com as alegorias da liberdade.
Guilherme Leoni não é inocente, interrogação.
1 dia atrás

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